<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Workflow on Baiacu</title><link>/tags/workflow/</link><description>Recent content in Workflow on Baiacu</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Tue, 28 Apr 2026 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="/tags/workflow/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Git worktree</title><link>/posts/git-worktree/</link><pubDate>Tue, 28 Apr 2026 00:00:00 +0000</pubDate><guid>/posts/git-worktree/</guid><description>&lt;p>Em uma empresa que trabalhei, às vezes eu estava no meio de uma feature, chegava uma nova demanda urgente ou um pedido de ajuda, e começava o ritual. &lt;code>git stash&lt;/code>, troca de branch, resolve o que precisava, volta, &lt;code>git stash pop&lt;/code>. Ou o clássico &lt;code>git commit -m &amp;quot;wip&amp;quot; &amp;amp;&amp;amp; git push origin HEAD&lt;/code> para marcar o lugar e depois um &lt;code>git rebase -i&lt;/code> para limpar o histórico.&lt;/p>
&lt;p>No momento que eu aprendi o git worktree, lembrei de um colega de lá, o Ronaldo. Sempre que precisava pausar e mudar de contexto, e caso não fosse urgente, Ronaldo dizia que estava &amp;ldquo;com coisas agora para commitar&amp;rdquo;. Cheguei a mostrar o workflow com stash, mas não colou. Na real, eu usava muito mais &lt;code>git commit -m &amp;quot;wip&amp;quot; &amp;amp;&amp;amp; git push origin HEAD&lt;/code> com git rebase (git rebase é top), e não tive uma boa didática para explicar rebase (em backlog).&lt;/p></description></item></channel></rss>